Tenho certeza que você já ouviu essa frase: tal pessoa nasceu com o dom da venda. Escutei isso a minha infância e adolescência inteira e, no começo da minha vida profissional, cheguei a acreditar que não havia nascido com o tal do “dom da venda”.

Isso porque eu acabei por me tornar vendedor muito cedo, com apenas 18 anos. E fui vender uma coisa complexa, que ninguém sabia direito o que era: automação comercial. E como talvez você não saiba o que é isso, deixa eu te explicar rapidamente: são sistemas e equipamentos que usamos para informatizar empresas de varejo, como supermercados, empórios, postos de combustíveis e por aí vai.

Você já deve ter sacado que vender essas coisas não é simples, não é mesmo? São diversos detalhes que precisam ser apresentados, a venda é relativamente técnica e a decisão do cliente não costuma ser tomada por emoção, levando em alguns casos meses para o cliente decidir comprar.

É importante dizer também que eu era bem mais jovem do que os demais vendedores que atuavam no mercado na época, em 2001. Então, eu posso te dizer, de forma bastante sincera que, ao encarar aquelas “raposas” da minha época, somada a dificuldade de convencer o cliente a comprar, cheguei por muitas a pensar que eu não havia sido abençoado com o tal do “dom da venda”.

Eu pensava assim: isso não é para mim. É difícil demais.

Como se não bastasse, a maioria dos clientes não me davam lá muita atenção. E, mesmo os poucos que resolviam me ouvir, acabavam me usando como fonte de aprendizado mas compravam com a concorrência.

Por alguns anos minha rotina foi: trabalhar, trabalhar, trabalhar e vender pouco. Até que um dia as coisas começaram a mudar. Fui feito de besta por um supermercadista de Caçapava, no interior de São Paulo.

Além de demonstrar claramente um desprezo pelo meu tempo esse varejista também se encarregou de despertar um basta em mim quando me disse: eu poderia ter te ligado para dizer que não compraria de você mas você foi tão legal comigo que quis te falar isso pessoalmente.

Entendam o contexto: eu saí da minha, dirigi até Caçapava (aproximadamente 130km para ir e mais 130 para voltar) para ouvir isso. Mas querem saber o pior? Isso foi em uma 2a. Feira e na 6a. Feira esse cliente havia apalavrado a compra comigo!

Ou seja: além de não respeitar o meu tempo ele foi desleal comigo. Veja bem: desistir da compra faz parte. Pode acontecer com todos. Mas o respeito é o mínimo que se espera em uma situação dessa: liga e avisa, explica o motivo da decisão e acabou, a vida segue.

Bom, voltando a minha história, eu saí do cliente, virei o carro na primeira rua que achei, estacionei e chorei. E, aos murros no volante, prometi para mim mesmo: nenhum cliente, nunca mais, vai me fazer de besta. Eu vou aprender a vender.

Evidente que minha história não é um conto de fadas com final feliz. Eu não estalei uma varinha mágica e PLIM, virei um super vendedor. Ao invés disso, eu fui aprender. Não era possível que um vendedor jovem e inexperiente não pudesse aprender a ser um vendedor melhor.

Essa história aconteceu em 2004. E me orgulho em dizer que, mesmo após 17 anos, eu nunca mais parei de estudar. Só que nem tudo aquilo que eu queria aprender estava pronto, ao meu alcance, e de forma fácil.

Então fui atrás de indicações de livros, sites, blogs. Fiz cursos e comecei a observar o que os grandes vendedores faziam. E como faziam.

E, com o aprendizado, fui capaz de melhorar meus resultados. Ainda não era o que eu queria, mas as coisas estavam melhorando.

O que eu queria? Bom. Ter minha casa em lugar legal, um bom carro, dinheiro aplicado no banco, fazer minhas viagens, comprar umas roupas legais… E, para conseguir tudo isso só com dinheiro. Então não me envergonho nem um pouco de dizer: eu queria mais grana. Simples assim.

Logo, não bastava ser um vendedor melhor. Eu precisava ser muito mais do que isso. Eu precisava encontrar meios e maneiras de trucidar minha concorrência, de torna-la irrelevante para o meu cliente.

E foi aí que eu saquei que, para ter tudo aquilo que eu queria, eu precisaria de um método diferente do que eu tinha encontrado. Eu precisaria aperfeiçoar aquilo que eu havia aprendido estudando e observando outros vendedores e adaptando tudo de uma maneira diferente, que fosse capaz de tornar os meus resultados exponenciais.

É simples: para realizar tudo aquilo que eu queria realizar eu precisaria ganhar 7x mais do que ganhava. Mas como produzir um resultado 7x maior do que eu tinha?

A resposta para isso foi: construa o seu método. Aperfeiçoe o que você aprendeu com o que você sabe, baseado na sua prática, experiência, dia a dia.

E foi o que eu fiz. Comecei a construir minhas próprias técnicas de abordagem, organização, metodologia. E, com o passar do tempo, aquilo que eu construí começou a provocar uma mudança radical nos meus resultados e na qualidade das minhas vendas.

A ponto de, em 2013, eu decidir que poderia passar a ensinar isso para outras pessoas. E assim nasceu a Multipliko e comecei a prestar consultorias.

Até que em 2019 resolvi criar outros produtos, como WorkShops, mentorias e Cursos On-line.

Talvez você esteja se perguntando: mas Vitor, você conseguiu realizar seus sonhos e desejos? E a resposta é sim. Tudo aquilo que havia sonhado (e muito mais diga-se!) eu consegui. E tenho certeza que posso conseguir muito mais, tanto como vendedor, quanto como professor.

Sim! Não pense você que parei de vender. Aliás, muito pelo contrário. Continuo na ativa falando com clientes praticamente todos os dias. E não vislumbro deixar de fazer isso tão cedo.

E sabe por quê? Porque o coronavírus me forçou a sair da zona de conforto. Me forçou a aperfeiçoar ainda mais o meu método. A torná-lo ainda mais assertivo e escalável.

E eu posso te falar com a maior sinceridade do mundo, que eu consegui. Isso porque em 2020 bati meu recorde de receita. E, até agora em 2021, já fiz mais de 90% do resultado que fiz em 2020.

Então, depois disso tudo, posso te afirmar: não existe esse negócio de nascer com o dom da venda. O Dom da Venda pode ser criado e aperfeiçoado, o tempo todo.

E é sobre isso que eu quero falar com você agora. Imagino que se você chegou até aqui, é porque precisa aperfeiçoar o seu método de vender. Ou talvez, você queira aprender um, porque precisa ou quer ser um vendedor e não sabe por onde começar.

Então se um desses é o seu caso eu quero te fazer um convite: nos dias 14 e 15 de agosto eu vou fazer um evento chamado a Jornada do Vendedor 4.0. E nesse evento, eu vou te mostrar as ferramentas necessárias para você atingir todos os seus sonhos a partir das vendas.

Mas certamente você está se perguntando: o que é um Vendedor 4.0? Bom, o vendedor 4.0 é o vendedor que usa minha metodologia. É um vendedor atualizado, organizado, que não deixa a sorte (e nem as metas que passam para ele) conduzir seus ganhos e resultados.

É um vendedor focado única e exclusivamente em bater suas metas pessoais e profissionais. E mesmo que você nunca tenha vendido um palito de fósforo na sua vida (coisa que eu duvido muito) saiba que a Jornada do Vendedor 4.0 é para você.

Sabe porque? Porque seja qual a profissão que você escolheu você precisa vender. Todos precisamos vender o tempo todo, nem que essa venda seja a sua própria imagem pessoal, para conseguir um aumento, cargos mais elevados na empresa, ou qualquer coisa que você almejar.

E sabe o que é legal? Esse evento vai acontecer nos dias 14 e 15 de agosto, um sábado e um domingo. E será totalmente online. E sabe o que mais? Ele ficará gravado e você terá acesso a todo o conteúdo por 12 meses, para poder colocar tudo em prática no seu tempo, do jeito que achar melhor para você.

Então se você quer saber mais sobre o Evento a Jornada do Vendedor 4.0 é fácil: acesse www.multipliko.com.br e veja todas as informações.

Te espero por lá.

Forte abraço!

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